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» Dia Nacional de Luta leva a Brasília 2.000 servidores federais
Brasília viveu mais um dia de protestos na quinta-feira, 13, em defesa da cidadania e da garantia de acesso para o cidadão, aos serviços públicos. O Dia Nacional de Luta reuniu cerca de dois mil servidores públicos federais de mais de 20 estados, na Esplanada dos Ministérios, em defesa dos serviços e servidores públicos. 

Presença também dos coordenadores Adilson Rodrigues, Cristiano Moreira, Elcimara Souza, Erlon Sampaio, Gláucio Luiz, José Aristeia, Julio Brito, Marcelo Melo, Marcos Santos e Vicente Sousa.  

A concentração inicial aconteceu no Bloco “C” do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, antigo MPOG. Nas falas, o registro da indignação com  o descaso do governo em atender a pauta de reivindicações do segmento, protocolada desde março deste ano e até hoje sem qualquer resposta. Indignação também quanto aos ataques que o governo vem desferindo contra os serviços públicos, desmontando o sistema de atendimento ao público que mais necessita do estado. Os servidores cobraram do governo respeito aos trabalhadores – tanto do setor público quanto da iniciativa privada – e a revogação da reforma da Trabalhista; respeito  à data-base para o funcionalismo e o principal ponto do protesto: a revogação da Emenda Constitucional 95 que limitou os investimentos públicos e tem precarizado o atendimento da população nos vários órgãos públicos.
 
Na condução das atividades ao lado de outras entidades do Fonasefe, o coordenador Adilson Rodrigues foi incisivo ao lembrar que a postura do governo, hoje tomado por uma quadrilha que se instalou no Palácio do Planalto e no parlamento, tem promovido um verdadeiro ataque e roubo de direitos dos trabalhadores.
Crítica incisiva também veio na fala do coordenador Cristiano Moreira que criticou pesadamente o desvio de dinheiro público para pagamento de juros da dívida pública, o que se presta exclusivamente ao fim de aumentar o lucro dos bancos à custa do trabalhador. 

Em seguida os servidores saíram em marcha pela Esplanada dos Ministérios até a Praça dos Três Poderes. Ali, o ato em defesa dos direitos dos trabalhadores  e da cidadania representou contraponto à cerimônia nababesca e o desfile de carros luxuosos e contracheques gordos pelo auxílio-moradia, que se desenrolava na posse do ministro Dias Toffoli na presidência do STF. O ato, nesse ponto, também ganhou contornos de bota-fora à desastrosa administração da ministra Cármen Lúcia.



Brasília viveu mais um dia de protestos na quinta-feira, 13, em defesa da cidadania e da garantia de acesso para o cidadão, aos serviços públicos. O Dia Nacional de Luta reuniu cerca de dois mil servidores públicos federais de mais de 20 estados, na Esplanada dos Ministérios, em defesa dos serviços e servidores públicos. 

Pela Fenajufe houve grande participação das entidades filiadas. Enviaram delegações  SINDJUFE/BA, SINJE/CE, SINPOJUFES/ES,  SINDJUFE/MS,  SINDJUF/PA-AP,  SINDIJUFE/MT,  SINDJUF/PB,  SINTRAJUF/PE,  SISEJUFE/RJ,  SINTRAJURN/RN,  SINTRAJUD/SP,  SINTRAJUFE/RS,  SITRAEMG/MG e SINDIQUINZE/SP.  

Presença também dos coordenadores Adilson Rodrigues, Cristiano Moreira, Elcimara Souza (desincompatibilizada), Erlon Sampaio, Gláucio Luiz, José Aristeia, Julio Brito, Marcelo Melo, Marcos Santos e Vicente Sousa.  

A concentração inicial aconteceu no Bloco “C” do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, antigo MPOG. Nas falas, o registro da indignação com  o descaso do governo em atender a pauta de reivindicações do segmento, protocolada desde março deste ano e até hoje sem qualquer resposta. Indignação também quanto aos ataques que o governo vem desferindo contra os serviços públicos, desmontando o sistema de atendimento ao público que mais necessita do estado. Os servidores cobraram do governo respeito aos trabalhadores – tanto do setor público quanto da iniciativa privada – e a revogação da reforma da Trabalhista; respeito  à data-base para o funcionalismo e o principal ponto do protesto: a revogação da Emenda Constitucional 95 que limitou os investimentos públicos e tem precarizado o atendimento da população nos vários órgãos públicos.  

Na condução das atividades ao lado de outras entidades do Fonasefe, o coordenador Adilson Rodrigues foi incisivo ao lembrar que a postura do governo, hoje tomado por uma quadrilha que se instalou no Palácio do Planalto e no parlamento, tem promovido um verdadeiro ataque e roubo de direitos dos trabalhadores. 
20/09/2018
  
 
   
 
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