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» Paralisação nacional da educação ocorre nesta quarta (15)


Estudantes, professores e movimentos organizados da sociedade civil fazem nesta quarta (15) protesto nacional contra os cortes de verbas nas universidades federais anunciados pelo ministro da educação Abraham Weintraub. Em Curitiba, as manifestações ocorrem na Praça Santos Andrade, a partir das 9h, e na reitoria da UFPR.

Sindicatos ligados à educação já haviam anunciado paralisação e manifestações nessa data contra a reforma da Previdência. Com o bloqueio de verbas e a suspensão de bolsas de pesquisa, houve nova convocação e a reversão dos cortes nas instituições passou a ser pauta prioritária.

Servidores da Justiça do Trabalho decidem nesta terça (14) em assembleia do Sinjutra se participam dos protestos.

Impacto

De acordo com jornal Folha de São Paulo, o cenário criado pelo contingenciamento de verbas nas universidades brasileiras só se compara ao que havia nos tempos de hiperinflação dos anos 1980 e 1990, segundo cientistas ouvidos pela reportagem.

“O novo ministro da Educação adotou como idioma oficial um discurso de retaliação política, fez ameaças à autonomia das instituições e escolheu a tática do confronto para anunciar bloqueios no orçamento da área (...) ao contingenciar 30% da verba não obrigatória, o ministro disse que puniria universidades que promovessem “balbúrdia””, escreveu o colunista da Folha, jornalista Bruno Boghossian, em texto cujo título é “Ministro fabrica em tempo recorde ameaça de greve na educação”.

O corte de R$ 2 bilhões nas universidades federais promovido pela gestão do presidente Jair Bolsonaro (PSL) agravou a crise das instituições, que já enfrentam atraso de fornecedores, fim de atividades de extensão e redução de benefícios aos estudantes.

A Folha ouviu reitores, professores e alunos de 14 das 68 unidades do país, que relatam impacto no cotidiano dos campi e dizem que, caso seja mantida, a medida pode colocar em xeque o funcionamento dessas instituições no segundo semestre.

Os bloqueios atingiram até agora, em média, 30% das verbas discricionárias das federais —que incluem manutenção e investimentos, sem contar salários—, mas ainda podem ser maiores, já que na semana passada o governo definiu um novo bloqueio de R$ 1,6 bilhão cuja divisão por área ou órgão ainda está sendo analisada. Ao todo, as restrições no orçamento devem atingir cerca de 1,3 milhão de alunos do ensino superior.


Fonte: Folha de São Paulo

14/05/2019
  
 
   
 
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